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Os dados utilizados foram disponibilizados pela Agência Europeia do Ambiente e decorrem do denominado PRTR – Registo de Emissões e Transferências de Poluentes relativo ao ano base de 2014.

O ranking, como poderá ser verificado através da disponibilização de todos os dados e metodologia presente no comunicado, não tem quaisquer erros como surgiram nas declarações por parte de algumas das empresas / instalações mencionadas nos primeiros lugares da seriação efetuada. Efetivamente o que se verificou, e que já de si é uma contribuição dada pelo trabalho efetuado pela associação, é que no processo de comunicação de dados pelas empresas/instalações à Agência Portuguesa do Ambiente e desta à Agência Europeia do Ambiente, existem falhas que deverão ser corrigidas, relativamente às quais a ZERO é completamente alheia. Mais ainda, não fazia sentido a ZERO contactar previamente as centenas de instalações em causa a verificar se tais dados estão corretos, quando eles estão presentes numa plataforma europeia a que qualquer cidadão tem acesso, sendo a responsabilidade da sua validação de quem os declara e processa.

Todos os dados podem ser consultados através deste link: http://www.eea.europa.eu/data-andmaps/data/member-states-reporting-art-7-under-the-europeanpollutantreleaseandtransferregister-e-prtrregulation-12?utm_medium=email&utm_campaign=E-PRTR_2014%20data_CRM&utm_content=E-PRTR_2014%20data_CRM+CID_0eef98afd49d637e17a60ebb15c39010&utm_source=EEA%20Newsletter&utm_term=E-PRTR%20dataset#tab-european-data.

A tabela com os rankings parciais, poluente a poluente, onde estão também presentes as quantidades emitidas por cada instalação (sendo que por vezes a identificação completa da instalação exige a consulta de outras tabelas) pode ser consultada aqui: https://drive.google.com/file/d/0B3I446PZ-QQ5Rk9Vdms0Mm9XYUk/view?usp=sharing

A ZERO afirmou e reafirma que o ranking teve por base emissões totais de múltiplos poluentes no total de um ano, traduzindo efetivamente a contribuição poluente das instalações, não significando isso porém que não estejam a ser integralmente cumpridos os valores-limite legais em causa para as concentrações e emissões desses mesmos poluentes. Mais ainda, em muitos casos podem estar a ser aplicadas as melhores tecnologias disponíveis, mas a dimensão e natureza das instalações em causa conduzir a essas emissões significativas. Porém, há efetivamente casos em que os elevados valores detetados deverão levar a uma reflexão sobre a sua origem e se há ou não opções na prevenção ou na opção por tecnologias alternativas que possam minimizar as emissões.

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