Início » ZERO, SILVEX e NOVAMONT levam compostagem de biorresíduos a 30 escolas
A ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, a SILVEX – Indústria de Plásticos e Papéis, S.A. e a Novamont Iberia, S.L.U. estão a levar o projeto “Devolver à Terra” a 30 escolas de norte a sul do país, com o objetivo de reduzir a produção de resíduos nas escolas e transformar o que antes era “lixo” em aprendizagem e composto. Com acompanhamento técnico e atividades pedagógicas, alunos, professores e equipas operacionais estão a separar e a valorizar localmente os resíduos orgânicos das cantinas e bares, contribuindo para a economia circular e para reduzir o envio de resíduos para aterro.
Num momento em que os municípios têm de garantir a recolha seletiva de biorresíduos ou o seu tratamento na origem, o projeto “Devolver à Terra” acelera essa mudança dentro das escolas que ao separar e compostar no local, reduzem a fração orgânica no indiferenciado e aliviam a pressão sobre os sistemas de deposição final.
Nesta edição do projeto, a compostagem de biorresíduos continua a ser o ponto de partida para uma mudança mais ampla nas rotinas das escolas, em direção a um modelo de “Escola Zero Resíduos”. Para além de separar e compostar, as escolas são desafiadas a mostrar progressos na prevenção de resíduos e na separação de materiais no dia a dia escolar.
O enquadramento “Escola Zero Resíduos” incentiva medidas como reforçar a separação de resíduos, reduzir descartáveis (como plásticos e utensílios de uso único) e promover escolhas mais sustentáveis, incluindo opções alimentares com menor impacto. O objetivo é que cada escola defina medidas simples, as implemente e acompanhe os resultados, envolvendo a comunidade educativa.
Ao promover a separação e a compostagem na origem, o “Devolver à Terra” reforça o trabalho que os municípios estão a desenvolver na recolha seletiva de biorresíduos, sendo esta uma resposta que ainda está a dar os primeiros passos em muitos municípios. Ao mesmo tempo, transforma as escolas em locais de aprendizagem prática, uma vez que o que se faz na cantina e no bar chega às salas de aula e, pela mão dos alunos, estende-se às famílias.
Na prática, os compostores recebem sobretudo biorresíduos da cantina e do bar (como cascas de fruta, aparas e talos de legumes e borras de café) que são equilibrados com matéria “castanha” recolhida no exterior, como folhas secas. Com o apoio do projeto, assistentes operacionais e alunos acompanham o processo ao longo do tempo, controlando humidade e arejamento e fazendo o revolvimento regular da pilha, para acelerar a decomposição e manter uma compostagem estável.
O “Devolver à Terra” está a decorrer em escolas distribuídas por todo o território continental, de Faro a Vila Real, levando esta experiência de sustentabilidade e valorização de biorresíduos a diferentes realidades municipais.
Para concretizar esta visão, o projeto assenta num modelo de acompanhamento técnico e pedagógico assegurado pela ZERO, com presença nas escolas e apoio à distância, pensado para um trabalho de médio prazo (até três anos). O objetivo é alinhar cantinas, assistentes operacionais, professores e alunos num ecossistema interligado que trate os seus biorresíduos e devolva à terra aquilo que consome.
Ao longo do ano letivo, as comunidades educativas participam em workshops e sessões práticas, incluindo jogos educativos sobre o que pode (e não pode) entrar na compostagem, visitas aos compostores e atividades de operação e manutenção (por exemplo, recolha de matéria castanha, como folhas secas, e o revolvimento da pilha).
Além da componente pedagógica, o projeto inclui um concurso: todos os anos, três escolas recebem um prémio de 1.000 euros para implementar um projeto interno de melhoria na gestão de resíduos. A proposta tem de envolver a comunidade escolar e privilegiar soluções criativas para reduzir, separar e valorizar resíduos.
“Mais do que um projeto de compostagem, o ‘Devolver à Terra’ é uma ferramenta educativa para prevenir resíduos e valorizar biorresíduos na origem. Ao capacitar as comunidades educativas ao longo de vários anos, ajudamos as escolas a desviar a fração orgânica do indiferenciado, a reduzir o envio para aterro e a criar hábitos duradouros de economia circular.” – ZERO
“Na Silvex acreditamos que algumas das mudanças mais importantes começam nos gestos mais simples. Uma casca de fruta, restos da cantina ou folhas secas podem parecer apenas resíduos, mas nas escolas do projeto ‘Devolver à Terra’ transformam-se em aprendizagem, consciência e mudança real. É isto que torna este projeto tão poderoso: mostrar às crianças, de forma prática e próxima, que aquilo que deitamos fora pode voltar a ter valor. E quando uma criança percebe isto, leva esta consciência para casa, questiona hábitos, influencia a família e multiplica o impacto para além da escola. No fundo, não estamos apenas a falar de compostagem, estamos a ajudar a formar uma geração que olha para os recursos de forma diferente e compreende que sustentabilidade não é um conceito distante, faz parte das nossas escolhas do dia a dia.” – SILVEX
“Para a Novamont, o projeto Devolver à Terra representa muito mais do que uma iniciativa educativa: é um compromisso concreto com a formação de uma nova geração de cidadãos conscientes, participativos e capazes de liderar a transição para modelos mais sustentáveis. Ao incentivar práticas como a compostagem, o projeto demonstra de forma prática como os resíduos alimentares e orgânicos podem ser transformados em composto natural, devolvendo nutrientes ao solo e contribuindo para uma economia mais circular e regenerativa.
Acreditamos que é através desta ligação entre educação, inovação e experiência prática que conseguimos inspirar comportamentos mais responsáveis e duradouros. Capacitar os jovens para compreenderem o impacto das suas escolhas diárias é fundamental para criar comunidades mais resilientes e um futuro ambientalmente mais sustentável para as próximas gerações.” – NOVAMONT
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